21 setembro 2012

Você não merece nem um oi e eu sinceramente espero que você não esteja bem.
Você, poser, acha uma certa banda perfeita, sabe o nome de todos os integrantes, já ouviu todas as músicas e já foi em todos os shows que tiveram aí no seu estado. Acertei? Ah, imaginei.
Agora, deixe-me te perguntar algo… isso faz de você uma fã, do jeito que você adora falar que é?
NÃO!
Ser fã é algo tão mais profundo do que isso!
Ser fã é… sentir. É entender que seus ídolos não são perfeitos e reconhecer seus erros. É admirar pelo talento, pelo que sabem fazer. É imaginar casais dentro da banda. É ler fanfics e se imaginar nas situações. É ouvir as músicas e saber que nada no mundo poderia te fazer melhor. É passar a tarde inteira tentando colocar tags nos trends worldwide para que eles vejam. É amar e odiar as namoradas e amigas. É mandar replies como quem bebe água e nunca ser respondida ou, se respondida, tirar print e colocar como papel de parede do twitter. É nunca ter ido num show, sofrer por isso, mas saber que isso não interfere no seu amor. É acompanhar a vida deles, saber o que estão fazendo. É saber que eles são muito mais do que apenas rostinhos bonitos (apesar de serem realmente os garotos mais bonitos do mundo, pra mim). Ah! É saber que seu namorado/marido/ficante/príncipe encantado nunca vai ser perfeito se não for um deles. É colocar uma tag nos trends com o nome do gato de um dos integrantes da banda. É odiar fã poser (oi, você!) com todas as suas forças. É odiar gente que escreve o nome da banda errado (tá vendo o tanto que você está aparecendo?). É viajar para outro estado para ir num show. É pagar micos por eles. É cantar as músicas no meio da rua. É procurar loucamente um site onde você possa assistir a TV britânica, para acompanhar um reality show onde o seu ídolo está. É comemorar o aniversário deles mandando beijo para as fotos/pôsters. É enlouquecer a sua melhor amiga. Ser fã é amar antes, durante e depois da sua banda virar modinha. É ver vídeos no youtube inúmeras vezes e surtar em todas elas. É se imaginar num show. É se imaginar abraçando-os no camarim… sentindo o perfume deles… É sonhar com eles. É zoar eles mas não deixar ninguém fazer o mesmo. É odiar novas namoradas, até passar a amar ou odiar de vez. É, principalmente, torcer pela felicidade deles. E tem tantas outras coisas… mas, principalmente: ser fã não é começar a gostar do nada e, daqui a pouco, abandonar. É sentimento que não passa. Mas claro que você não entende, afinal.
(respira…)
Eu sou fã. E eu amo, com todo o coração.
Você, por favor, tire o olho da minha banda. São meus. Vá amar o Luan Santana que você ganha muito mais.
Sem nenhum carinho,
uma fã.”

xoxo

Fani na terra da Rainha foi um dos livros que mais me surpreenderam, por vários motivos. Normalmente, são raros os livros de séries que tem o seu segundo volume sendo tão bom (ou melhor) do que o primeiro, como esse foi. Mesmo com o final do primeiro livro, que nos deixa cheias de expectativas, mesmo com a história que muda totalmente de cenário (totalmente diferente do primeiro!) e mesmo com todos os outros personagens que entram na história, isso tudo (surpreendentemente) não faz com que a história perca o foco. Pelo contrário: o amadurecimento da Fani é visível conforme as páginas do livro vão sendo devoradas. Os personagens anteriores não são esquecidos e você consegue sentir o desenvolvimento natural das coisas.
Nesse segundo volume, Fani vai para a Inglaterra, pronta (ou nem tanto) para iniciar uma vida totalmente nova, longe de tudo o que sempre esteve acostumada e, principalmente, longe do protagonista de um amor que ela descobriu tarde (ou cedo) demais.

se você pensa em fazer intercâmbio (principalmente pra Inglaterra, Londres ♥, assim como eu!) vai se identificar mais do que tudo com esse livro, e vai ficar mais ansioso pra ir ainda! A descrição de lugares, de pessoas, da família ‘provisória’, das novas companhias… tudo é tão intenso e bem feito que você quase se sente lá, com a Fani. Do outro lado do mundo, Fani sente a dor da saudade e pensa em voltar, sem querer quebrar os laços no Brasil. Pouco a pouco ela amadurece, começa a fazer novas amizades e novas histórias, e no final, ela nos ensina que o que é verdadeiro permanece. Seja o amor de mãe e pai, o amor de amigo ou o amor de alguém mais especial. Se é verdadeiro, fica.
O livro é cheio de diálogos, acontecimentos e acontece num ritmo bem mais rápido, e bem mais profundo (principalmente nos novos temas abordados e mais adultos e também no enredo e personagens) do que o primeiro livro. A narrativa é cativante! Eu ri, chorei, gritei, parei durante uns segundos e reli algumas partes -perplexa com algumas coisas-, tive vontade de bater na Fani e no Leo, enlouqueci com a Tracy, com o Christian e com as novidades do Brasil (é segredo! Leia!) e tudo que se passa no livro é de uma intensidade incrível.

Em resumo: leia. Leia o primeiro, vicie; Leia o segundo e descubra que a história apenas conseguiu ficar melhor ainda e depois, provavelmente você vai apenas seguir o ritmo natural das coisas e ficar tremendamente louca(o) para ler o terceiro volume, assim como eu estou agora.

Minha avaliação geral do livro: 5 estrelas.
P.S.: Eu continuo querendo um Léo pra mim.
P.S.2: Além do Léo, será que dá pra vir o Christian também?
P.S.3: Que Fani sortuda!

xoxo

Eu tava  vendo muita gente com esses tipos de shorts, e simplesmente S-U-R-T-E-I ! eu amo esses tipo de shorts, e to apaixonadíssima ! Quem já can­sou do inverno e está louca para o verão chegar??!! Eu sou uma!!  No verão do Hem­is­fério Norte rolou forte uma tendên­cia fofasim­ples e super acessível, que é a cara do calor..Os shorts estilo tie-dye caíram na graça das fash­ion­istas. Com cores e acaba­men­tos super atu­ais — como os tons pas­tel + spikes ou tachas — eles deixam para trás aquela car­inha mega hip­pie do tie-dye para dar um ar mais desco­lado aos looks... Digo que esse estilo de peça é super acessível pois a téc­nica de tie-dye pode ser feita em casa, com uma sim­ples mis­tura de corantes para roupas sobre um shorts branco... E Pronto! você será mais uma das divas que usam esses shorts !
Vocês encon­tram os corantes e tachas facil­mente em lojas de armar­in­hos.. Aí é só escol­her seu shorts branco favorito e brin­car de tingir!! Eu amei o estilo, e estou doida pra ten­tar fazer em casa para arrasar nas ruas... Ha ha ha, isso mesmo que você leu! E se você quer uma ajudinha, vai ai um link pra você:

Até a próxima, vou tentar fazer aqui fui ... BEIJOS ! xoxo
E aí, Curtiu?

20 setembro 2012

Eu já havia ouvido falar tão bem do livro que resolvi ler. Infelizmente, o livro não foi tudo o que eu achava que seria. O livro é bom, sim. O livro (ou pelo menos o começo dele) também é engraçado e eu adorei durante as primeiras páginas até Claire, a personagem principal, se tornar forçada e com pensamentos altamente fantasiosos. Acredito que a história seja boa, mas senti necessidade de pular certas partes.
Melancia não é o que dizem ser. Peguei o livro achando que seria super engraçado e interessante, mas não é. Nem perto. A Claire é uma personagem chata, de pouca inteligência e que tenta ser engraçada o tempo todo, mas não consegue. Como já disseram, 90% do livro são devaneios dela. E ela só consegue pensar em homens, na Kate e nela mesma, nessa ordem. É decepcionante.
Há alguns pontos positivos, como o alerta que Marian Keyes faz. Muitas de nós poderiam ser a Claire, com Adams e James por aí. Uma frase que me marcou muito do livro (mesmo sendo uma citação) foi: Supere isso e, se não puder superar, supere o vício de falar a respeito.

19 setembro 2012
Já tinha ouvido várias opiniões diferentes sobre esse livro, mas a maioria delas concordava com uma coisa: o livro é encantador. Puro charme. E eu? Assino embaixo! A Paula Pimenta, autora do livro, conseguiu fazer (com perfeição) algo que até agora eu não tinha visto em nenhum outro livro: transformar aquele romance lindo e juvenil de escola que a gente ama, com aquele toque brasileiro que a gente bem conhece. E digo mais: ouvi por aí que ela está sendo chamada de “a Meg Cabot brasileira” e olha, eu não poderia encontrar descrição melhor.
O livro é uma delícia. Ele conta a história da Fani, uma garota que vai fazer um intercâmbio para Londres (Meu sonho! ♥) e que, de repente, vai ter que deixar seus amigos, seus pais, toda a sua vida aqui no Brasil. Mais ou menos nessa hora, alguns ‘problemas’ vão acontecendo e mais coisas vão se desenrolando na vida da nossa querida Estefância que se preocupa, chora, pensa em coisas bobas, sonha… bem assim, bem menina, bem adolescente e bem mulher, exatamente do jeito que todas nós, lá no fundo, somos. Explorando temas como a adolescência e todas as implicações que esse período traz, a amizade e o amor, o livro é delicado, apaixonante e de leitura rápida e fácil.
Olha, vou dizer uma coisa: eu me apaixonei pela história desse livro. Pela Fani, pelo Leo, pela Gabi e pela Nathália. As conversas do livro te dão aquela sensação de ‘estou em casa’, porque não é algo superficial ou forçado. E, também, cada capítulo começa com a citação de algum filme e, além de isso ser a coisa mais linda do mundo, metade dessas frases já foram parar no meu caderno. Pra quê melhor?

Só tenho uma última observação antes de terminar essa resenha: eu quero, preciso e necessito de um Léo para mim. Será que dá, Paula Pimenta?
 

Search

Just close your eyes and enjoy the roller coaster that is life :) x Zayn Malik. Tecnologia do Blogger.

Seguidores